sábado, 13 de junho de 2015

Santiago de Chile: a praça financeira do yuan na América Latina, por Ariel Noyola Rodríguez

A relações económicas entre a China e a América Latina atravessam tensões crescentes.
Por efeito da deflação (queda de preços) à escala global, a região sul-americana sofre as consequências de concentrar as suas exportações na China em produtos primários. No entanto, a instalação do primeiro centro financeiro do yuan na América Latina, em Santiago do Chile, acordada durante a visita do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, promete desencadear um conjunto de investimentos em tecnologia e, assim, impulsionar a industrialização periférica e começar a reduzir a supremacia do dólar nos países desta região

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